sexta-feira, 29 de maio de 2015

De 29 de maio a 7 de junho, o Hangar recebe a XIX Feira Pan-Amazônica do Livro, que este ano terá como país homenageado o Japão

 Foto: Rodolfo Oliveira (Agência Pará)Foto: Rodolfo Oliveira (Agência Pará)


De 29 de maio a 7 de junho, o Hangar Convenções e Feiras da Amazônia recebe a XIX Feira Pan-Amazônica do Livro, que este ano terá como país homenageado o Japão e patrono, o escritor Ariano Suassuna, morto no ano passado. O evento vai ocupar uma área total de 24 mil metros quadrados, que vão receber, entre outros, 219 estandes, 448 editoras, com 37 participando diretamente, e oferecer 96 mil títulos, além de Espaço Infantil, praça de alimentação e auditórios.
A escolha do país homenageado celebra a imigração japonesa no Brasil, iniciada no século XX, com a assinatura do Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre os dois países. “Este ano vamos comemorar os 120 anos do processo migratório do Japão para o Brasil, especialmente em três Estados: Pará, Paraná e São Paulo, que receberam essa leva migratória de forma mais intensa, com uma rica contribuição para a história, agricultura, comércio, cultura e indústria”, explica o secretário de Estado de Cultura, Paulo Chaves.
O autor homenageado, por sua vez, era um velho conhecido dos frequentadores do evento. “Ariano Suassuna veio seis vezes à Feira Pan-Amazônica do Livro. Era um entusiasta do trabalho que fazemos aqui”, ressalta o secretário. Com uma programação voltada para a valorização da cultura, a feira vai receber, no Encontro Literário, escritores locais como Paulo Nunes, João Carlos Pereira, Juraci Siqueira, Claudio Cardoso, Luciana Brandão, Giselle Ribeiro, Nilson Oliveira e Vasco Cavalcante, além dos jornalistas Paulo Silber e Marcelo Damaso.
Entre os escritores nacionais estão Daniel Munduruku, José Castello, Rodrigo Lacerda, Stella Maris Rezende, Cristiano Mascaro, Ignácio de Loyola Brandão e Oscar Fussato Nakasato. A previsão é que 120 autores locais passem pelo estande do Escritor Paraense, espaço cedido gratuitamente pela Secretaria de Estado de Cultura (Secult), onde escritores de vários municípios lançam livros, fazem sessão de autógrafos e promovem outros eventos que tornam o local uma grande vitrine da produção literária local. Haverá também um espaço dedicado à Literatura de Cordel.

Debates – Outra programação confirmada é o seminário “Mário de Andrade e o Modernismo no Brasil”, que vai lembrar os 70 anos da morte do escritor que deixou registros da forte relação que desenvolveu com a cidade de Belém e sua cultura, explica a diretora de Cultura da Secult, Ana Catarina Brito.
Com relação às oficinas ministradas durante a feira, que a cada ano recebem uma demanda crescente, a diretora garante que o público já pode ir se preparando. “Vamos receber Maurício Leite, que traz o seu trabalho de fomento à leitura, direcionada a bibliotecários, arte educadores e professores”, diz, acrescentando as oficinas sobre a cultura japonesa: Taiko (tambor japonês), Shuji (caligrafia japonesa) e dança japonesa, entre outras. Também estarão presentes o projeto Biizu, da Secretaria de Estado de Comunicação (Secom), o Navega Pará, com oficinas como Introdução à Robótica, e a escritora Stella Maris, com as “Letras Mágicas”.
O Cred Livro, criado pelo governo do Estado para estimular o acesso à leitura e também a valorização do servidor, libera este ano, durante a XIX Feira Pan-Amazônica do Livro, um crédito de R$ 200 para aquisição de livros, que podem ser adquiridos durante o evento e também nos salões que ocorrem em Santarém e Paragomina. O recurso vai beneficiar um total de 20 mil servidores da educação no Pará.
Para atender aos usuários do Cred Livro, durante toda a feira estará instalado um posto do Banco do Estado do Pará (Banpará) na Sala Multiuso do Pavilhão de Feiras do Hangar. “O desafio, este ano, é alcançar o maior número de pessoas, e que elas usufruam desse benefício”, destaca a diretora de Cultura da Secult. Em 2014, a Feira Pan-Amazônica do Livro recebeu cerca de 400 mil pessoas. Ao longo de dez dias, atingiu a marca de 880 mil livros vendidos e movimentou mais de R$ 16 milhões em negócios.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



Fonte: Portal ORM

Fêmea foi encontrada por funcionários de reserva na África do Sul.
Ela teve parte do osso nasal arrancado e passou por cirurgia.

 

 Rinoceronte Hope está recebendo tratamento: intenção de grupo é que animal volte à natureza e se reproduza (Foto: Suzanne Boswell Rudham/Saving the Survivors via AP)Rinoceronte Hope está recebendo tratamento: intenção de grupo é que animal volte à natureza e se reproduza (Foto: Suzanne Boswell Rudham/Saving the Survivors via AP)

 

Em um caso raro, um rinoceronte da África do Sul sobreviveu ao ataque de caçadores ilegais, que retiraram seu chifre após atirarem um dardo tranquilizante, deixando o animal com um ferimento gravíssimo que cobria quase todo seu rosto.
Dois dais depois do ataque, funcionários de uma reserva natural encontraram o rinoceronte ferido e, após uma cirurgia, ele sobreviveu.
Trata-se de uma fêmea de 4 anos de idade que recebeu o nome de Hope, ou esperança em inglês.
A equipe de veterinários que a atendeu limpou a ferida e aplicou um curativo, além de uma prótese feita de fibra de vidro e parafusos de aço cobrindo o machucado, que mede 50 por 28 cm.
"Se pudermos salvar Hope e ela puder voltar e ter filhotes, então ela terá contribuído para a sobrevivência da espécie durante sua vida", diz o veterinário Gerhard Steenkamp, da Universidade de Pretória. Ele faz parte da organização "Saving the Survivors", grupo sul-africano que trata rinocerontes com ferimentos por arma e outros danos produzidos por caçadores ilgais.
A demanda por chifres de rinoceronte é alta em partes da Ásia, onde o material é visto como símbolo de status social e utilizado na medicina tradicional, apesar da falta de evidências científicas de que ele possa ter qualquer papel curativo.
Hope foi atacada em Lombardini, reserva de vida selvagem que fica na província do Cabo Oriental, onde muitos rinocerontes têm sido abatidos recentemente.
O osso nasal de Hope foi fraturado com gravidade e parte dele foi removido, expondo as cavidades e a passagem nasal. A cirurgia ocorreu em 18 de maio, depois que o rinoceronte foi transferido para outra reserva. Deve levar ao menos um ano e muitos tratamentos para que o ferimento de Hope seja curado, segundo Steenkamp.
Para a organização tratar um ouro rinoceronte com um ferimento similar, mas muito menos grave, foram gastos US$ 75 mil.















Fonte: G1

 

Aumento no preço, restrições ao fumo e tratamento pelo SUS reduzem o vício

 

 

A proporção de fumantes na capital do Pará diminuiu 53,3% em nove anos. Segundo dados do Vigitel 2014, apresentados ontem pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, em Brasília, atualmente, 7% dos belenenses ainda mantém o hábito de fumar. Em 2006, 15% da população de Belém era de fumantes, segundo o estudo. Seis anos depois, o percentual caiu para 8%, e três anos mais tarde, para 7% - recuo de 12,5%, entre 2012 e 2014. O Pará tem, conforme aponta a pesquisa, o 5º menor percentual de fumantes do País, à frente de Teresina (6,7%), Palmas (6,7%), Aracaju (6,6%) e São Luís (5,5%). 
Fumar está cada vez menos popular no Brasil. Cerca de 10,8% dos brasileiros ainda fumam – o índice é maior entre os homens (12,8%) do que entre as mulheres (9%). Os números representam uma queda de 30,7% no percentual de fumantes nos últimos nove anos. Em 2006, 15,6% dos brasileiros se declaravam fumantes. A redução no consumo é resultado de uma série de ações do governo federal para combater o uso do tabaco.

 Foto: Ministério da SaúdeFoto: Ministério da Saúde  
Estudo inédito do Instituto Nacional do Câncer (Inca) demonstra que, entre os brasileiros que fumam cigarros industrializados, cresceu a proporção dos que fumam cigarros de origem ilícita. Em 2008, 2,4% dos fumantes obtinham cigarro proveniente do mercado ilegal – em 2013 o percentual passou para 3,7%. Os dados foram divulgados ontem em cerimônia pelo Dia Mundial sem Tabaco, celebrado em 31 de maio.
“A redução do consumo de cigarro deve ser comemorada, mas o crescimento do consumo de cigarros ilícitos merece total atenção. Sendo legal ou ilícito, o cigarro faz mal à saúde e precisa ser combatido. O diálogo e a participação dos países de fronteira, principalmente do Paraguai, nas ações de coibição do comércio ilegal são fundamentais. Esse será um tema que levarei para o encontro dos ministros da saúde do Mercosul, no próximo mês”, destacou Chioro.
O aumento do preço dos cigarros é uma das principais razões para a redução do consumo. Segundo a Pesquisa ICT/INCA 2013, 62% dos fumantes pensaram em parar de fumar devido ao valor do produto no País. A política de preços mínimos também está diretamente ligada à redução da experimentação entre os jovens, já que cerca de 80% dos fumantes iniciam o hábito antes dos 18 anos.
“A política de preços é determinante para coibir o uso e a iniciação ao tabagismo. Outras ações importantes são a proibição da propaganda do cigarro e do fumo em ambientes coletivos, além da oferta crescente de tratamento para quem quer deixar de fumar. Em 2013, mais de 70% dos brasileiros que tentaram parar foram atendidos pelo SUS”, reforçou Chioro.

DOENÇAS
O tabagismo está relacionado às Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) – como câncer, doenças pulmonares e cardiovasculares – e o uso do tabaco é a principal causa de mortes evitáveis. Ainda segundo o Vigitel 2014, o uso de cigarros é maior na faixa etária de 45 a 54 anos (13,2%) e menor entre os jovens de 18 a 24 anos (7,8%).
Os homens fumam mais em Porto Alegre (17,9%), Belo Horizonte (16,2%) e Cuiabá (15,6%) e as mulheres em Porto Alegre (15,1%), São Paulo (13%) e Curitiba (15,6%). O tabagismo é menos frequente em Fortaleza (8,6%), Salvador (9%) e São Luís (9,3%) entre os homens, e no público feminino em São Luís (2,5%), Palmas (3%) e Teresina (3,1%).
A prioridade de atendimento a quem deseja parar de fumar, nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), pode ser mensurada pela Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE: em 2013, 73,1% das pessoas que tentaram parar de fumar conseguiram tratamento, aumento importante em relação a 2008, quando o índice era de 58,8%.
Hoje, das 39.228 equipes de saúde da família, mais de 23 mil em todo o País estão aptas a oferecer tratamento ao tabagismo em 5.460 municípios. Em 2013 e 2014, o Ministério da Saúde destinou R$ 41 milhões para compra de medicamentos (adesivos, gomas e pastilhas de nicotina e bupropiona) ofertados no tratamento contra o tabagismo.























Fonte: Portal ORM

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Aeronave ficou retida na pista de aeroporto dos EUA devido ao mau tempo.
Passageiros elogiaram a iniciativa nas redes sociais.

 

 Comissários entregam pizzas para passageiros em avião nos EUA (Foto: Reprodução/Riley Vasquez e Bill Wittenmyer/Twitter)Comissários entregam pizzas para passageiros em avião nos EUA (Foto: Reprodução/Riley Vasquez e Bill Wittenmyer/Twitter)

 

Um piloto nos EUA encontrou uma solução curiosa para acalmar os passageiros após o avião que comandava ficar preso na pista do aeroporto por causa do mau tempo: pediu delivery de pizza para todos dentro da aeronave.
A aeronave, pertencente à companhia Delta, ia da Filadélfia para Atlanta na terça-feira (26) à tarde e teve que desviar sua rota e parar no aeroporto da cidade de Knoxville.


As pizzas chegaram até o avião em um carrinho que normalmente transporta bagagens.
A solução parece ter agradado aos passageiros. Dois deles postaram no Twitter fotos das pizzas sendo entregues. Segundo um deles, estava ocorrendo uma “pizza party” (festa da pizza) dentro da aeronave.

Comissária com pizzas pedidas por piloto de avião (Foto: Reprodução/Riley Vasquez/Twitter) 




















Fonte: G1

 

Dinheiro é para custeio de UPAs e atenção de média e alta complexidades

 

O Ministério da Saúde publicou ontem (27) portaria destinando R$ 5,8 milhões à atenção básica de saúde no Pará. São R$ 3,6 milhões para custeio de Unidades de Pronto Atendimento (UPA 24h), R$ 883,5 mil para Atenção de Média e Alta Complexidade e R$ 1,3 milhão, exclusivamente, para Atenção de Média e Alta Complexidade do Hospital da Divina Providência, em Marituba.
Dos recursos às UPAs, R$ 1,2 milhão serão para custeio (R$ 390 mil) e qualificação (R$ 819 mil) para a construção de UPAs de porte 1, que tem de cinco a oito leitos de observação e capacidade para atender até 150 pacientes por dia. Outros R$ 1,6 milhão - R$ 650 mil em qualificação e R$ 975 mil de custeio - serão para Castanhal construir UPAs de porte 3, que têm de 13 a 20 leitos de observação, com capacidade de atender a até 450 pacientes por dia. Os R$ 780 mil (qualificação) restantes irão para Santarém, também para UPAs de porte 3.

Foto: Fábio CostaFoto: Fábio Costa

 

Em Belém serão investidos R$ 204,1 mil em qualificação nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) do tipo um, para atendimento diário e noturno de adultos, atendendo pessoas com transtornos mentais severos e persistentes. A verba será gerida pelo Estado, assim como em Curralinho, onde R$ 133,2 mil (caracterizados como recurso novo), construirão e reestruturarão CAPs do tipo I, que funciona em horário comercial, para adultos com transtornos, em municípios com mais de 50 mil habitantes. 
Floresta do Araguaia, Igarapé-Açu, Rio Maria, São Geraldo do Araguaia e Uruará também receberão R$ 133,2 mil para a construção de CAPs I. Os montantes serão geridos pelos municípios. Para o Hospital da Divina Providência, em Marituba, serão repassados R$ 1,3 milhão, administrados pela prefeitura para estruturar a atenção de média e alta complexidade. 
Para todo o País, serão R$ 103 milhões em Blocos de Atenção de Média e Alta Complexidade, UPAs e CAPs. O Fundo Nacional de Saúde adotará as medidas para a transferência aos respectivos fundos municipais e estaduais de Saúde.  Os recursos financeiros correrão por conta do orçamento do Ministério da Saúde.
















Fonte: Portal ORM

 

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Cena foi registrada em passeio na costa da Austrália.
Jovem mergulhava em jaula de proteção quando fez a imagem.

 

Tubarão branco que parece posar para foto faz sucesso na web (Foto: Reprodução/ Instagram/Calypsostarcharters)Tubarão branco que parece posar para foto faz sucesso na web (Foto: Reprodução/ Instagram/Calypsostarcharters)

 

 Um turista registrou o momento em que tubarão branco parecia posar para foto na costa da Austrália. O jovem identificado como Matty fez a imagem enquanto mergulhava em uma jaula de proteção em uma área infestada de tubarões no sul da Austrália.
















Fonte: G1

Vítima foi sequestrada por assaltantes em Marituba e ficou refém de bandidos durante negociação com a polícia na Marambaia

 

 Tarso Sarraf/O Liberal


Uma mulher ficou refém de dois bandidos armados na Avenida Pedro Álvares Cabral com a Avenida Rodolfo Chermont, no bairro da Marambaia, em Belém, no início da manhã desta quarta-feira (27). Segundo informações da 9ª Aisp (Área Integrada de Segurança Pública), ela só foi liberada depois de mais de três horas de negociação. Dois bandidos foram presos e uma arma foi apreendida.
Ainda segundo as primeiras informações da 9ª Aisp, a mulher teria sido feita refém durante o assalto a uma casa no município de Marituba, onde estava. Os bandidos invadiram a residência dela e levaram dinheiro, objetos de valor e equipamentos eletrônicos.
Após o assalto, os bandidos a levaram como réfem e pediram para família uma quantia em dinheiro para libertá-la. O local marcado foi no bairro da Marambaia. A família avisou a Polícia Militar, que consegiu localizar os homens. Houve troca de tiros entre a polícia e os bandidos no local e eles fizeram a mulher como refém.  Depois de mais de três horas de negociação, a polícia conseguiu a liberação da vítima.
A Polícia Militar faz buscas para encontrar outros três homens que estariam envolvidos no assalto.
















Fonte: Portal ORM

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Disque 100 registra média de 300 casos por mês denunciados a partir do Estado 

 

O principal canal do governo federal de denúncias de violações de direitos humanos, o Disque 100, já recebeu no primeiro trimestre deste ano 589 ligações do Estado do Pará com denúncuias de espancamentos, abuso e exploração sexual, pornografia, castigos cruéis, abandono, terror psicológico ou negligência contra crianças e adolescentes. Os números representam um aumento de 7,88% em comparação ao mesmo período do ano passado, segundo balanço divulgado na semana passada pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR). Ainda segundo o levantamento, de 2011 até o mês de março deste ano, o Pará já contabiliza 15.040 ligações com esses tipos de denúncias, o que representa uma impressionante marca de quase 300 denúncias por mês.
Segundo Irina Bacci, coordenadora geral da Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos, o incremento não significa, necessariamente, aumento dos casos de violência no Estado, mas indica que as violações de direitos humanos “não ficam mais invisíveis”. De acordo com ela, o crescimento do número de ligações comprova que o Pará se importa e que qualquer pessoa que sofra uma situação desse tipo sabe que não é justo e pode denunciar. “O Pará tem se destacado na divulgação das violações de direitos humanos, mas não tem como mensurar se houve aumento da violência no Estado. No entanto, a gente tem, com certeza, a possibilidade de afirmar que está havendo um número bem maior de registros de denúncias, o que significa que a população, além de conhecer mais o Disque 100, tem encontrado nesse serviço um acolhimento dessas denúncias para solução desses problemas. Então, também podemos afirmar que tem criado no Pará um vínculo de confiança entre o serviço e o demandante e isso tem ajudado, com certeza, a aumentar o número de ligações”, explica.


 Foto: CNJFoto: CNJ


No geral, as violações de direitos humanos de crianças e adolescentes respondem por 71% de todas as 822 denúncias do Pará que chegaram ao Disque 100 no primeiro trimestre deste ano. Na comparação com os registros desde 2011, essa proporção chega a 82% do total de 18.905. “Essa alta incidência de denúncias de violações contra crianças tem vários fatores. Primeiro é que o ‘Disque Direitos Humanos’ já existia desde 1997, ainda como um 0800, que era um serviço que acolhia, especificamente, denúncias de abuso e exploração sexual. Então, já há para esse segmento um conhecimento bastante grande e profundo do disque denúncia, chamado agora de ‘Disque 100’. Desde 2010 esse serviço passou a acolher denúncias de outros segmentos vulneráveis da população. Mas, obviamente, não dá para deixar de afirmar que crianças e adolescentes são um segmento muito vulnerável da população, visto que, muitas das vezes, o âmbito da violência é doméstico, familiar”, esclarece Irina.


OUTRAS
Ainda pelo levantamento, o Disque 100 contabilizou este ano 150 denúncias do Pará de violações de direitos humanos de pessoas idosas - aumento de 27,12% em relação ao primeiro trimestre de 2014. Somadas todas as ligações deste tipo de violação, já foram registradas 2.663 denúncias por crimes contra idosos. Na sequência surgem as denúncias por violências a pessoas com deficiência (43 em 2015 e 747 desde 2011); ao grupo de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros - LGBT (10 e 205); a pessoas em situação de rua (quatro e 47); e a pessoas em restrição de liberdade (26 e 203).
A Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos destaca que as denúncias são importantes porque as vítimas precisam de atendimento e porque elas contribuem para que os agressores não fiquem impunes. Outra garantia é de que nenhuma denúncia fica “esquecida no sistema” e todas são encaminhadas a autoridades locais da rede de assistência.






















Fonte: Portal ORM