O jogador de futebol Adriano, atualmente sem clube, foi denunciado
pelo Ministério Público do Estado do Rio, nesta terça-feira, por tráfico
de drogas e associação ao tráfico. A informação fui publicada pelo site
da “ESPN Brasil”. A pena para o primeiro crime é de até 15 anos de
prisão; para o segundo, é de dez anos.
O caso, agora, está nas mãos da 29ª Vara Criminal do Rio, que vai decidir se acata ou não a denúncia feita pela 1ª Central de Inquéritos do MP-RJ. Embora não peça a prisão do atacante, o promotor solicita que seu passaporte seja recolhido, pela “possibilidade de fuga do jogador, por ser ‘pessoa com elevados recuros financeiros’”. Recentemente, Adriano viajou para a França e está praticamente acertado com o Le Havre, clube da segunda divisão local.
O pedido do MP-RJ foi feito com base numa investigação policial que mostrou que o atacante comprou uma moto no nome de Marlene Pereira de Souza, mãe do traficante Paulo Rogério de Souza Paz, o Mica, chefe do tráfico na Chatuba, no Complexo do Alemão, Zona Norte do Rio. A denúncia afirma que Adriano, ao lado de um amigo, “consentiu que outrem utilizassem de bem de que tinham propriedade e posse, para o tráfico ilícito de drogas”.
Em 2010, Adriano chega à delegacia para falar sobre compra de moto
Foto: Guilherme Pinto
Ainda de acordo com o promotor, Mica, que seria amigo pessoal de Adriano, era a “pessoa que autorizava ou não a entrada e saída de pessoas e a realização de eventos na região”. Desta forma, “os traficantes necessitavam de veículos velozes, em especial motocicletas, pela agilidade no tráfego, que fossem legalizados e não levantassem suspeitas quando transitassem fora das comunidades dominadas pela organização criminosa”. A moto comprada pelo atacante em 2007 era de 600 cilindradas. O jogador teria adquirido ainda uma segunda moto, de modelo semelhante e no nome dele próprio, com o mesmo intuito.
A promotoria conclui que o ex-jogador do Flamengo e da seleção brasileira, na companhia do amigo Marcos José de Oliveira, “livre e conscientemente, ao colaborarem para a atividade do tráfico de entorpecentes, se associaram aos traficantes em atividade na Vila Cruzeiro, com a finalidade de facilitar o tráfico ilícito de drogas e as atividades afins”.
Jogador comprou moto para um amigo por R$ 35 mil
Em setembro de 2009, Adriano fez um registro, na Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), de apropriação indébita. No depoimento, ele disse que comprara duas motos, por R$ 35 mil cada, sendo uma para ele e outra para um amigo que identificou só como Marquinho.
O atacante foi para a Europa e teria deixado as duas motos com o amigo. Na volta, Adriano disse que estava ligando para Marquinho, mas não conseguia pegar a moto de volta. A polícia não conseguiu identificar o amigo de Adriano, mas descobriu que a moto, já no nome de outra pessoa, tinha sido roubada em três meses antes, em Vila Isabel, na Zona Norte.
Adriano, no entanto, não conseguiu explicar à polícia como Marquinho conseguiu vender a moto para outra pessoa, sem a sua assinatura no documento de compra e venda. Amigos dele dizem que o atacante suspeitava de falsificação de assinatura.
Fonte: Site Extra
O caso, agora, está nas mãos da 29ª Vara Criminal do Rio, que vai decidir se acata ou não a denúncia feita pela 1ª Central de Inquéritos do MP-RJ. Embora não peça a prisão do atacante, o promotor solicita que seu passaporte seja recolhido, pela “possibilidade de fuga do jogador, por ser ‘pessoa com elevados recuros financeiros’”. Recentemente, Adriano viajou para a França e está praticamente acertado com o Le Havre, clube da segunda divisão local.
O pedido do MP-RJ foi feito com base numa investigação policial que mostrou que o atacante comprou uma moto no nome de Marlene Pereira de Souza, mãe do traficante Paulo Rogério de Souza Paz, o Mica, chefe do tráfico na Chatuba, no Complexo do Alemão, Zona Norte do Rio. A denúncia afirma que Adriano, ao lado de um amigo, “consentiu que outrem utilizassem de bem de que tinham propriedade e posse, para o tráfico ilícito de drogas”.
Em 2010, Adriano chega à delegacia para falar sobre compra de moto
Foto: Guilherme Pinto
Ainda de acordo com o promotor, Mica, que seria amigo pessoal de Adriano, era a “pessoa que autorizava ou não a entrada e saída de pessoas e a realização de eventos na região”. Desta forma, “os traficantes necessitavam de veículos velozes, em especial motocicletas, pela agilidade no tráfego, que fossem legalizados e não levantassem suspeitas quando transitassem fora das comunidades dominadas pela organização criminosa”. A moto comprada pelo atacante em 2007 era de 600 cilindradas. O jogador teria adquirido ainda uma segunda moto, de modelo semelhante e no nome dele próprio, com o mesmo intuito.
A promotoria conclui que o ex-jogador do Flamengo e da seleção brasileira, na companhia do amigo Marcos José de Oliveira, “livre e conscientemente, ao colaborarem para a atividade do tráfico de entorpecentes, se associaram aos traficantes em atividade na Vila Cruzeiro, com a finalidade de facilitar o tráfico ilícito de drogas e as atividades afins”.
Jogador comprou moto para um amigo por R$ 35 mil
Em setembro de 2009, Adriano fez um registro, na Delegacia de Roubos e Furtos (DRF), de apropriação indébita. No depoimento, ele disse que comprara duas motos, por R$ 35 mil cada, sendo uma para ele e outra para um amigo que identificou só como Marquinho.
O atacante foi para a Europa e teria deixado as duas motos com o amigo. Na volta, Adriano disse que estava ligando para Marquinho, mas não conseguia pegar a moto de volta. A polícia não conseguiu identificar o amigo de Adriano, mas descobriu que a moto, já no nome de outra pessoa, tinha sido roubada em três meses antes, em Vila Isabel, na Zona Norte.
Adriano, no entanto, não conseguiu explicar à polícia como Marquinho conseguiu vender a moto para outra pessoa, sem a sua assinatura no documento de compra e venda. Amigos dele dizem que o atacante suspeitava de falsificação de assinatura.
Fonte: Site Extra
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